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O empoderamento feminino e a moda: o que está mudando?

 

Novas tendências de comportamento transformam costumes também na hora de se vestir. Você já ouviu falar em empoderamento feminino? Esse termo tem se tornado muito popular de uns anos pra cá. Em 2016, esse foi um dos termos mais pesquisados na internet. Desde então, nas redes sociais não faltam posts falando sobre esse assunto. Agora que o Dia Internacional da Mulher está chegando, é mais uma oportunidade para falarmos sobre esse tema tão importante.

Diferente do Feminismo, que é uma ideologia que busca a equidade entre os gêneros, o Empoderamento Feminino é uma consciência coletiva, que visa fortalecer o sentimento de poder sobre si mesma, sobre seus corpos e o espaço que as mulheres ocupam na sociedade. O Empoderamento Feminino é, portanto, uma expressão do Feminismo.

 

Por que é importante discutirmos o Empoderamento Feminino?

Durante muitos anos, as mulheres foram condicionadas ao que a sociedade – comandada por homens – determinava. Foi assim que o direito ao voto e a certos espaços de trabalho, por exemplo, foram negados por anos. Esperava-se da mulher o cuidado com a casa e com os filhos, apenas.

Paralelo a isso, sempre existiu muita pressão estética, para que todas as mulheres se adequassem ao padrão de beleza imposto. Nesse contexto, percebemos como é importante que as mulheres se reconheçam como indivíduos capazes de promover mudanças no modo como a sociedade funciona e no seu papel dentro dela.

 

O empoderamento e a moda: o que tem a ver?

Aqui no blog já fizemos uma matéria falando sobre a história da lingerie que deixa muito clara a relação entre a moda e a figura da mulher na sociedade. No século XV, existiam peças como Vasquim, uma lingerie rígida, reforçada com fio de latão, para sustentar os seios. Um primo distante das peças que conhecemos – o espartilho – era tão apertado que muitas mulheres tinham as costelas chegavam a se aproximar. Algumas até morriam por hemorragia, já que os órgão internos também eram comprimidos. Tudo para que seus corpos estivessem dentro do padrão estético estipulado: cinturas finíssimas e seios empinados. Além disso, essas peças também afetavam o comportamento feminino, já que era impossível comer e falar muito vestindo essa peça. Uma verdadeira prisão! O sofrimento era tanto que médicos, escritores e filósofos militaram conta os corselets no fim do século XVIII. A lingerie começou a se tornar mais parecida com a que conhecemos hoje à medida que as mulheres foram conquistando espaço na sociedade. Seria bem difícil trabalhar nas fábricas vestindo lingeries pesadas que limitavam os movimentos.

 

Lingeries para empoderar mulheres

Ainda há muito o que conquistar para podermos afirmar que existe equidade de gêneros, mas pelo menos em relação às roupas, é possível ter liberdade para usar aquilo que agrada e faz bem. Isso vale para as lingeries também, é claro. As cintas ainda fazem parte da rotina de muitas mulheres, mas não porque alguém decidiu isso por elas, mas porque elas se sentem bem em usá-las. Os fabricantes, por outro lado, estão sempre em busca de formas de produzir essas peças de modo que seu caimento seja o mais confortável possível.

Todos os modelos, cores e tecidos são criados para que as mulheres tenham opções e escolham aquela que as fazem mais felizes e as deixam mais seguras para conquistarem seu espaço no mundo.

 

Por Susi em Lingerie, Revenda

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